Arquivo do mês: outubro 2010

Outubro – News report VESTUÁRIO

Confira no slideshow abaixo as imagens de streetstyle que coletamos durante o mês de outubro, vindas de diversas fontes online:

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Outubro – News report CALÇADOS

Aqui estão os calçados mais bacanas que vimos durante o mês de outubro:

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FAST FASHION: Conceito & Realidade Local

O fast fashion criado na Europa é o modelo de comercialização da moda que abastece o mercado com as novidades do mundo fashion de forma rápida, e  já é uma realidade em todos os países, inclusive no Brasil.

Enrico Cietta, consultor de moda e sócio-diretor da Diomedea – empresa italiana de pesquisa e comunicação -, lançou este mês o livro ‘A Revolução do Fast Fashion: estratégias e modelos organizativos para competir nas indústrias hibridas’, pela Estação das Letras e Cores Editora.

De acordo com ele, o fast fashion não é apenas um negócio de copiadoras e nem um modelo de produção para segmentos de baixo escalão. É uma revolução.

A seguir declarações do autor para ficar na cabeça e gerar pensamentos importantes para provocar e fazer mudanças em nossos negócios:

“Na realidade, as empresas européias são focadas no mercado europeu e isso faz parte do conceito de fast fashion. Para ser eficaz, é preciso conhecer muito bem o consumidor. É muito mais eficaz se o fast fashion for feito por empresas daqui, que conhecem melhor o perfil dos clientes.”

“A melhor definição de fast-fashion é fazer a diferenciação pelo que não é fast fashion. Não é um segmento de preço alto ou preço baixo. Há lojas que atuam no segmento de preço baixo, mas são dirigidas a um público mais jovem. Mas há fast fashion de algumas marcas que são para consumidores de alto poder aquisitivo.”

“O que determina o modelo de negócio não é velocidade, mas o target. Fast food é sempre rápido. O fast fashion não necessariamente é fast, mas é sempre fashion .”

” As empresas perceberam que os consumidores aprenderam a esperar pelas liquidações, e tiveram de buscar um novo modelo de varejo. O fast fashion envolve o consumidor no design do produto, na medida em que é produzido aquilo que o consumidor deseja.”

“Na moda tradicional, a marca apresenta uma coleção, mas não são todos os modelos que serão produzidos, vão ver os que vão emplacar. O consumidor vai escolher produtos dentro da coleção. No caso do fast fashion, a coleção vai ser feita a partir do produto. Só será fabricado aquilo que vende. O consumidor participa, desta forma, do desenvolvimento da produção. O fast fashion investe no design. A Zara possui 300 designers e faz uma coleção a cada 15 dias. O estilo é o produto.”

” A primeira lição para o trade – mercado tradicional, é saber que, se não se trata de uma empresa grande, que não pode investir muito, é preciso ser flexível na produção e encontrar exatamente o que o consumidor local deseja comprar. Ao contrário do que se acreditava antes, as marcas têm de ter um target. O fast fashion é uma volta para a segmentação. Além disso, o mercado também pode aprender a aplicar o mecanismo de usar o consumidor no desenvolvimento do design.”

“Nos anos 80, o mecanismo era copiar e vender o que havia sido definido como moda para a próxima temporada. Depois dos anos 90, o mercado passou a ter coisa demais para copiar. Hoje, há o poder das marcas e, além disso, copiar apenas não basta. É muito arriscado. Por isso, até as confecções menores passaram a investir no design. E o design é local, tem de haver uma adaptação.”

” O fast fashion trabalha com caçadores de tendências. A Zara, por exemplo, não usa informações das lojas. Eles ouvem mais os compradores, é mais qualitativo. É preciso oferecer uma resposta rápida daquilo que o consumidor quer. É o design que envolve o consumidor.”

” O fast fashion pode ser um modelo muito apropriado para os negócios da moda no Brasil, mas de fato é preciso estar perto do cliente para fazer um fast fashion que funcione. Itália, Espanha (berço da Mango, da Zara), Reino Unido e Alemanha são os países onde o fast fashion está melhor adaptado. No Reino Unido, o forte é o fast fashion de baixo preço, mas na Itália há marcas menores que utilizam o conceito. O fast fashion pode ser muito mais forte do que importar roupas.”

“Na medida em que a velocidade exige que a produção seja feita no local. Os produtos standard podem ser fabricados na China, mas, por exemplo, 40% do tecido usado na produção do fast fashion de alto preço na Itália são comprados lá mesmo. A marca Pinko é um modelo de fast fashion de alto preço. As peças são vendidas ao preço das segundas marcas das grandes grifes, mas a empresa produz cerca de 20 coleções por ano.”

” O essencial no fast fashion é o trabalho do consumidor, como no fast food, o cliente trabalha para a empresa. O serviço é rápido não porque é eficiente, mas porque o cliente é envolvido. Quando ele chega ao caixa para pedir um sanduíche, ele já escolheu antes, já decidiu, por isso é ágil. E, depois, ele ainda limpa o restaurante! É focado no trabalho do consumidor. No fast fashion, também é o cliente que decide a coleção.”

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Bolsas Verão 2011 – Paris

Bolsas são os baús dos segredos femininos cotidianos. Nosso dia-a-dia feminino fica muito mais acessível devido às nossas bolsas que guardam nossos cremes perfumados, perfumes lúdicos, batons excêntricos, pílulas mágicas, e etc, etc, etc…

Ah, nossas bolsas também são compartimentos para colocarmos a agenda, bloco de mil anotações/pensamentos, carteira e uma infinidade de cartões – tanto de crédito como outros. Enfim, nossas bolsas são nossa relíquia mágica com uma beleza de design que Mary Poppins ia adorar no seu mundo particular.

Por isso, selecionamos alguns modelos de bolsas de mão que desfilaram em Paris, com sua caracterísitica única de pegar a bolsa com jeito, meio que amassando e dizendo pelo gesto:

– Essa é minha e ninguem mexe!

ou

– Alto lá! Na minha bolsa ninguém toca!

Escolha e observe a que mais tem seu codinome beija-flor.

 

Akris

 

 

Celine

 

 

Chanel

 

 

Chloé

 

 

Christian Dior

 

 

Costume National

 

 

Dries Van Noten

 

 

Elie Saab

 

 

Emanuel Ungaro

 

 

Givenchy

 

 

Hermès

 

 

Hermès

 

 

John Galliano

 

 

Lanvin

 

 

Loewe

 

 

Louis Vuitton

 

 

Louis Vuitton

 

 

Louis Vuitton

 

 

Martin Margiela

 

 

Miu Miu

 

 

Nina Ricci

 

 

Stella McCartney

 

 

Valentino

 

 

Viktor & Rolf

 

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Hints Verão 2011/12

A PensoModa separou 7 conceitos desfilados nas passarelas internacionais, para você ficar de olho no que o Hemisfério Norte está apostando. Confira as imagens abaixo ou faça download do PDF.

 

Em breve, vamos postar aqui no blog mais alguns resumos da temporada: estamparia, texturas, cores…

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Calçados Verão 2011 PARIS

Ontem eu estava às voltas com o Rodolfo da Ellus, apresentando os primeiros protótipos para o Inverno 2011 da marca e ele, como sempre um gentleman, me questionou porque ainda não tinhamos colocado no blog uma seleção dos calçados de Paris e Milão?

Portanto, Rodolfo, é com imenso prazer que nós aqui da Penso dedicamos este post a você: nossa breve seleção de alguns modelos das marcas desfiladas. Aqui selecionamos um modelo de cada marca apesar de termos boas coleções de calçados em várias griffes. O critério da seleção são dois itens: o novo design e os modelos de marcas que se consagram em vender calçados, ambos os critérios podem vir juntos ou não.

Alexander McQueen

Chanel

Christian Dior

Giambattista Valli

Haider Ackermann

Hermès

Jean Paul Gaultier

John Galliano

Lanvin

Louis Vuitton

Martin Margiela

Miu Miu

Pedro Lourenço

Stella McCartney

Valentino

Viktor & Rolf

Yves Saint Laurent

Zac Posen

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Um pouco de percepção e empreendedorismo

Por: Bruna Martins

Recentemente o livro Oportunidades disfarçadas do Carlos Domingos esteve ‘rondando’ aqui pelo nosso escritório.

Não se trata apenas de um livro que conta  como pessoas que em momentos de dificuldade souberam olhar de outro modo o que estavam vivendo e criar algo novo, mas também mostra quanto empreendedorismo temos a nossa volta e nem percebemos.

Por exemplo, várias histórias chamam a atenção, estas de grandes impérios do mundo do comércio, que de maneiras simples e num piscar de olhos tornaram tudo grandioso e funcional.

Nada impede de que no nosso dia a dia ocorra o mesmo. Quantas vezes você já se deparou com uma dificuldade de não saber que atitude tomar? E quantas vezes você já viu que essa dificuldade pode ser uma OPORTUNIDADE? Pode não parecer simples ao inicio, mas não é impossível.

Enfim, não sendo um post-carinhosamente-chamado de ‘auto-ajuda’, vamos citar fatos ocorridos  na área que acompanhamos diariamente…a MODA.

Ao perguntarem a Coco Chanel como ela havia construído seu império, ela respondeu que devia tudo as suas tias (que não eram nada boazinhas), e então assim, ela se tornou uma pessoa mais forte e com complexo, mas no seu caso, complexo de superioridade. Um tanto quanto ‘convencida’, porém  um caso de saber aproveitar os acontecimentos da vida.

Algum tempo atrás, quando a Gucci não estava indo tão bem, Tom Ford entrou e fez a marca ascender. Mais uma oportunidade em momentos não favoráveis. E o que citar de Alber Elbaz? Maravilhoso para Lanvin.

É real: quando um negócio não está indo certo é de extrema responsabilidade correr atrás, observar pontos até então não observados, abrir a mente a novas ideias de pessoas, que , nem sempre serão diretores ou chefes. Oportunidades aparecem para aqueles que trabalham, e claro que, também para aqueles que se arriscam ao novo. Repito: Corram! Exija que seu negócio possa ser cada vez melhor, para você e seus clientes. INOVE, perceba as oportunidades!

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